Crítica | Aladdin
Disney renova o clássico mesmo com alguns erros Nessa onda em que a Disney embarcou, quando decidiu refazer suas clássicas animações em live-action, a intenção era passar todas aquelas histórias fantasiosas para o público de uma forma mais real, além de apresentar para uma nova safra de espectadores de uma forma mais atual. Aladdin não foge a essa regra e, assim como em “A Bela e a Fera” (2017) e “Mogli: O menino lobo” (2016), é encantador revisitar a história da lâmpada mágica. Na nova versão de Aladdin a estrutura do roteiro não muda, mas conta com novos elementos, alguns interessantes, outros sem muito impacto. O filme é carregado em cores, o que é um ponto positivo para a fotografia, principalmente nos planos abertos de Agrabah, mesmo que nos bastidores tudo não passe de uma grande tela verde. A computação gráfica torna-se visível em vários momentos, o que quebra a imersão durante algumas sequências. O filme conta com uma boa trilha sonora, que não poderiam ficar de f...