MINDHUNTER
A MENTE ASSASSINA
A mente humana desde de sempre é algo interessante é que desperta a curiosidade das pessoas, quais os mistérios que até hoje não foram desvendados sobre a mente humana ?, e o que dizer sobre a mente de um serial killer é exatamente onde MindHunter se encontra. A nova série da Netflix e do produtor David Fincher que já trabalhou em filmes com a mesma temática como Seven (1995) e Zodiac (2007), agora traz o estudo da mente de pessoas que tem como prazer a “arte” do assassinato.
A série tem dez capítulos que são extremamente bem produzidos, com detalhes bem pensados e de uma forma que remete à temática de serial killers como se a série estivesse realmente nas mão de um serial killer.
Na série acompanhamos dois agentes do FBI, Holden Ford (Jonathan Groff) e Bill Tench (Holt McCallany), que são a base da Unidade da Ciência de comportamento, ambos são baseados em agentes reais, John E. Douglas e Robert K. Ressler foram os primeiros a estudar o perfil psicológico de assassinos em série. Na série da Netflix vemos os agentes estudando alguns dos assassinos reais mais cruéis dos Estados Unidos entre os anos 60 e 70, Edmund Kemper (um dos mais cruéis e metódicos), Jerry Brudos e Richard Speck são alguns dos assassinos presentes na série, e esse é sem dúvida um dos pontos altos da série, a forma como a série te coloca frente a frente com essas pessoas e te choca a cada novo depoimento dos assassinos é impressionante, e como isso influencia no comportamento dos personagens da série, visível tanto em Holden que ao longo do tempo se torna um tanto quanto arrogante, quanto em Bill que além de todo o peso da profissão ainda precisa encarar problemas pessoais influenciados pela sua profissão. Outro personagem importante é a Dra. Wendy Carr que embora não tenha tanto tempo de tela se torna uma personagem importante, ao servir de peça chave para a criação da Unidade da Ciência de comportamento.
Ao final a série deixa algumas pontas soltas para um segunda temporada, principalmente ao mostrar um possível Serial Killer no início de cada episódio, além do problema estabelecido ao final do último episódio.
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| os assassinos da série e suas versões reais |
A série tem um ótimo ritmo o primeiro episódio chega a ser um pouco lento mas ao final dele já se torna muito interessante, e para complementar vale dizer que a série é baseada no livro de mesmo nome, que acompanha John E. Douglas, vale a leitura para um maior entendimento da mente de um Serial Killer.



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