Crítica | Loja de Unicórnios


Brie Larson mostra que crescer pode ser muito mais divertido



Crescer, deixar os hábitos infantis para trás e começar uma nova etapa é sem dúvidas um dos momentos mais duros da vida, em Loja de Unicórnios isso é mostrado de uma forma simples e significativa. Dirigido e protagonizado por Brie Larson (Capitã Marvel) que dá vida à Kit, uma jovem excêntrica que acaba de fracassar na escola de artes, ir morar com seus país e após visitar A loja precisa decidir entre “crescer” ou continuar nesse limbo infantil.

Junto com a roteirista Samanta McIntyre, Brie Larson apresenta uma história otimista com uma visão muito particular de sua diretora, desde o início é nítida a liberdade que Larson tem e propõem tanto na direção por apostar em ângulos de câmeras muito interessantes quanto nas atuações, apostar no contraste entre a infância de Kit e sua vida adulta também chama a atenção. Mas uma vez temos uma Brie Larson empolgante, muito mais solta, principalmente nas cenas em que ela está perseguindo seu sonho, onde as cores são mais vibrantes a felicidade toma conta das cenas, junto com Virgil (Mamoudou Athie) que proporciona bons momentos durante o longa.


Um dos grandes acertos de Loja de Unicórnios é seu elenco, todos os personagens conseguem manter um belo nível de atuação, podemos citar Joan Cusack que interpreta Gladys a mãe de Kit, que precisa manter a filha com os pés no chão e mostrar o mundo real para ela. Samuel L. Jackson é outro que está impecável mesmo com pouco tempo de tela é fácil ver sua grandiosidade nas cenas, interpretando o Vendedor ele é o responsável por manter o sonho de Kit vivo.


Como diretora Brie Larson consegue entregar algo muito bom em seu primeiro filme, sem exageros, mas que não tem medo de explorar suas fantasias com fadas, borboletas e claro unicórnios, um filme que faz o telespectador pensar e fazer um balanço sobre seu momento de vida.

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